
A fertilização in vitro surgiu como uma solução para o chamado "útero adormecido". Neste caso o risco foi reduzido pelo uso de óvulos de doadoras anônimas e mais jovens, na faixa dos 30 anos. O processo para implantação do futuro embrião é desgastante, pois há necessidade de estimular o útero com doses de hormônio estrogênio. Pela 12ª semana de gravidez a mulher precisa ser submetida a novas doses de estrogênio e progesterno para fixar o embrião. O integrante da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, Roger Abdelmassih disse que "por utilizar o óvulo de uma mulher mais jovem, a futura mãe corre menos riscos de má formação do feto". Ele chega a afirmar também que "os riscos de um aborto espontâneo durante a gravidez em fase mais avançada não são maiores do que em uma mulher de 30 anos".
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